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terça-feira, 28 de abril de 2015

DOENÇA MISTERIOSA DERRUBA POPULAÇÃO DA REGIÃO



DOENÇA MISTERIOSA DERRUBA POPULAÇÃO DA REGIÃO
Sintomas: Febre; Dor de estômago; Dor de cabeça; Fadiga, Coceira!
Uma doença misteriosa conhecida por ‘Eritema Infeccioso’ afetou a região nos últimos dias. Os sintomas se assemelham com os da dengue ou da febre chikungunya. Como a doença ainda não foi definitivamente identificada, muita gente acaba se automedicando.
A boa notícia é que a doença não possui uma avaliação de risco, mas exige cuidados. Além de que, ao contrair a doença o infectado se torna imune ao vírus e não voltará a sofrer com a mesma outra vez.
Os sintomas da doença são manchas avermelhadas que podem se estender para os braços, tronco, coxas e nádegas. A coloração das manchas é rosada ou avermelhada e com um ligeiro relevo.
Eritema infeccioso é uma doença causada pelo vírus parvovírus B19. Também chamada de parvovirose, ela afeta principalmente crianças e o principal sintoma são erupções vermelhas nos braços, pernas e rosto. A mesma pode ser grave em casos de gravidez ou pessoas com um sistema imunológico comprometido.
A maioria das pessoas com eritema infeccioso não têm sintomas. Entretanto, os primeiros sinais de eritema infeccioso em adultos e crianças podem incluir:
Garganta inflamada; Febre baixa; Dor de estômago; Dor de cabeça; Fadiga e Coceira.
Repouso e ingestão de líquidos são ações que facilitam o processo de cura. As crianças muitas vezes podem voltar para a escola quando as erupções cutâneas acontecem, pois já não são mais contagiosas nesse ponto. Se há dor nas articulações ou dor de cabeça, por exemplo, podem ser usados analgésicos conforme os sintomas aparecerem. Caso contrário, é necessário apenas esperar o corpo combater o vírus, o que normalmente leva de uma a três semanas.
Após contrair o parvovírus uma vez, a pessoa se torna imune à doença.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

MARANHÃO TEVE MAIS DE 6 MIL CASOS DE AIDS EM 28 ANOS


MARANHÃO TEVE MAIS DE 6 MIL CASOS DE AIDS EM 28 ANOS
Os que mais têm registros!: São Luís, Imperatriz, Açailândia, Caxias, Bacabal, Codó...
Foram notificados ao Programa Estadual de DTS/Aids do Maranhão (Sinan), 6.505 casos de aids de 1985 até setembro de 2012, sendo 2.328 (36%) mulheres e 4.177 (64%) homens. Em ambos os sexos, 75,6% dos casos ocorreu em indivíduos na faixa etária de 25 aos 49 anos. A faixa etária de 13 a 19 anos apresenta 10,8% do total de casos.
Dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES) apontam que, dos 217 municípios do estado, 182 apresentaram pelo menos um caso notificado no ano passado. São Luís, Imperatriz, Açailândia, Caxias, Bacabal, Codó, Itapecuru Mirim, Santa Inês, Rosário e Barra do Corda são os que mais têm registros, concentrando 91,1% do total.
Pesquisas demonstram que as relações casuais na população de 15 a 49 anos têm apresentado aumento e que 25,3% da população tiveram mais de 10 parceiros no último ano. Em 2012, 14,6% dos jovens tiveram mais de cinco parceiros eventuais. No mesmo período, o índice foi proporcionalmente a metade (7,2%) entre a população de 24 a 49 anos de idade.
Do total de pessoas sexualmente ativas no país (78 milhões), 85,5% tiveram relações sexuais nos últimos 12 meses. Apesar do elevado conhecimento da população sobre o uso do preservativo como sendo o método mais eficaz para a prevenção ao HIV e outras DST, os dados apontam que depois da primeira relação sexual, o uso da camisinha cai.
Quanto às categorias de exposição em indivíduos com 13 anos ou mais, a transmissão sexual responde por 90,3% das notificações em ambos os sexos. No sexo masculino, na categoria de exposição sexual, a heterossexual é responsável pela maior transmissão, que é de 53.2%. No sexo feminino a maioria dos casos também ocorreu por transmissão heterossexual (94,4%). Na categoria de exposição em menores de 13 anos, em 2011, 100% dos casos ocorreram por transmissão vertical.
De 1985 a 2011 foram declarados pelo Sinan Estadual 2.300 mortes por AIDS no Estado. Em 2012, 3.600 pessoas realizam tratamento com antirretrovirais e 2.600 estão em acompanhamento.