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quinta-feira, 9 de abril de 2015

MÉDICO DENUNCIA PRECARIEDADE DE HOSPITAL


MÉDICO DENUNCIA PRECARIEDADE DE HOSPITAL
O Hospital é o principal da região!
Um médico que trabalha no Hospital Municipal de Balsas denuncia a faltas de condição de trabalho e de atendimento aos pacientes, ele alega que o Hospital teria recebido quase meio milhão de reais para serviços de manutenção, mas nada teria sido feito.
Condições precárias no Hospital de Balsas (Crédito foto: Marcelo Kirschnick)
O Hospital Municipal de Balsas é o principal da região Sul do Estado, fotografias tiradas por um ortopedista mostram as condições insalubres de trabalho e de atendimento aos pacientes. Segundo o ortopedista, no Hospital não existem lençóis higienizados adequadamente e as compressas usadas em pacientes no pós operatório estão em péssimas condições de uso.
A sala onde são feitos procedimentos com pacientes vítimas de acidentes está alagada por causa de vazamentos no ar- condicionado, até barata o médico fotografou dentro do ambiente de trabalho.
Mas as reclamações não são apenas por infra estrutura e falta de material adequado para trabalhar, de acordo com a denúncia o salário dos médicos está atrasado e até um termo de ajustamento de conduta foi feito pela Prefeitura que não cumpriu o acordo.
Condições precárias no Hospital de Balsas (Crédito foto: Marcelo Kirschnick)
De acordo com cópias do DOU de janeiro de 2014 em que a Secretaria de Saúde contratou a Construtora Rio Maravilha por mais de setecentos mil reais para a construção de duas Unidades Básicas de Saúde e de uma Academia de Saúde, nos Bairros São Francisco e Bacaba, projetos que segundo o médico nunca saíram do papel.
Segundo o dono da Construtora, as obras nunca foram feitas por falta de mão de obra qualificada e também porque a Empresa não teria recebido os recursos, ele ainda afirma que só na semana passada recebeu da Prefeitura o projeto da Academia de Saúde.

terça-feira, 29 de abril de 2014

MÉDICO TRATA MAL PACIENTE EM ALTO PARNAÍBA

MÉDICO TRATA MAL PACIENTE EM ALTO PARNAÍBA
“Profissionais” desse tipo nós não precisamos!
Imagem: Reprodução
A situação da saúde publica não é muito boa em quase todos os municípios do território nacional.
Além da humilhação da espera para conseguir ser atendido, ainda passa pelo constrangimento de encarar médicos de má vontade e relapso no exercício da sua profissão, como é o caso de certo médico que estava atendendo no Hospital Municipal de Alto Parnaíba – MA até o inicio da noite de hoje (29). Esse médico devia voltar às cadeiras escolares, e aprender o básico, incluindo ai que não se deve tratar seres humanos com arrogância, com falta de respeito, sem o mínimo de consideração com o outro que se encontra a sua frente.
Imagem: Reprodução
Alias, diga se de passagem, nem objetos, nem seres humanos e nem animais devem ser tratados como esse “cidadão” me tratou naquele estabelecimento, nesta noite. É triste comprovar que nossa cidade ainda exista esse tipo de pessoa que foi acolhida pelos nossos representantes como se fossem bons profissionais e são pagos com nosso dinheiro e ainda nos tratam mal, com a maior cara de pau.
Reclamações são muitas, mais às vezes não há quem ouça esses desabafos, ou melhor, nosso direito, o certo “cidadão”, além de atender os pacientes com a cara amarrada, ao invés de consultar as pessoas com decência, mal ouve o relato do doente, e ainda por cima, quer dar uma lição de moral como se fosse o pai do paciente.
Francamente, ganha muito bem o nosso dinheiro suado, e tem obrigação de atender bem, se não quer atender, é só deixar o lugar. Fica a dica aos nossos administradores, para verificarem com mais cuidado os “profissionais” que atendem ao público, afinal “profissionais” desse tipo nós não precisamos.
Por Raildson Rocha

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

PREFEITURA DE BALSAS ANUNCIA CONTRATAÇÃO DE NOVOS MÉDICOS


PREFEITURA DE BALSAS ANUNCIA CONTRATAÇÃO DE NOVOS MÉDICOS
Especialidades em urologia, anestesia e clínica geral.
Imagem: Reprodução
O Governo Municipal de Balsas contratará novos médicos, com especialidades em urologia, anestesia e clínica geral, preferencialmente que tenham experiência em Samu. Serão contratados um total de 5 (cinco) profissionais.
Os interessados poderão enviar currículos para o endereço eletrônico: ascom@balsas.ma.gov.br.

domingo, 25 de setembro de 2011

POUCOS MÉDICOS

POUCOS MÉDICOS
Com a aprovação do projeto de lei que regulamenta a emenda 29, à Constituição Federal, na semana passada pela Câmara dos Deputados, com a fixação da participação financeira da União, Estados e Municípios nas despesas com a saúde pública, o aumento dos recursos e um maior controle sobre a sua aplicação e administração, já é um passo importante na busca de uma solução mais longa para a área mais vital de qualquer nação.Falta agora a palavra final do Senado da República.
No município de Alto Parnaíba, o primeiro banhado pelas águas maranhenses do rio Parnaíba, temos apenas quatro médicos clinicando, dos quais apenas um da rede pública municipal. Existem uma clínica particular, cujo profissional divide seu precioso tempo com o vizinho município piauiense de Santa Filomena, um hospital particular conveniado ao SUS, com apenas dois médicos e um pedaço do hospital público municipal, com apenas um profissional, no caso uma médica com origem cubana, que está se multiplicando para cobrir o atendimento, pela Prefeitura, das pessoas que não podem pagar uma consulta médica - a maioria.
Na zona rural de um município extenso, não existe um único ambulatório, muito menos posto de saúde e ao contrário de Santa Filomena, onde a Prefeitura disponibiliza a ida pessoal de um médico e de odontólogo a determinadas regiões do interior, como do distrito de Matas, do lado de cá do Velho Monge quem precisa de uma simples consulta é obrigado a enfrentar, quando não a pé ou em lombo de burro, carrocereias de caminhões transformados em transporte de gente, com passagens caríssimas e estradas que não merecem esse termo, e ainda deparar com imensas filas para o atendimento pela única médica da Prefeitura.
Também grave o fato de inexistir médico plantonista, ou seja, em caso de urgência é preciso bater às portas da casa de residência do profissional e obter a orientação, por telefone, deste ao técnico em enfermagem que fica de plantão. Isso quando a gravidade do estado de saúde da pessoa já não se encontra no divisor com a morte. É lamentável, mas é a realidade. Na minha terra, distante 1.080 km de São Luís, o governo estadual não mantém um único médico, enfermeiro, odontólogo ou posto de saúde, n'um permanente desprezo que causa indignação. Urgem medidas do Ministério Público estadual e federal.