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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

FACULDADES MARANHENSES ESTÃO NA MIRA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

FACULDADES MARANHENSES ESTÃO NA MIRA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Uma das melhores é do Sul do Estado!
Imagem: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Ministério da Educação constatou que o Maranhão possui 6 das piores instituições de ensino superior do Brasil. São elas: Faculdade Evangélica do Meio Norte (nota 2),Faculdade Maranhense São José dos Cocais (2), Facem – Faculdade do Estado do Maranhão (2), Faculdade de Educação Santa Terezinha (2), Faculdade do Vale do Itapecuru (2) e Faculdade de Educação São Francisco (2) Destas, uma é de São Luís. As outras cinco estão situadas em Timon, Caxias, Coroatá, Imperatriz e Pedreiras.
Única instituição maranhense entre as melhores do país, a Faculdade Pitágoras de Imperatriz conseguiu alcançar nota 4, sendo considerada de excelência pelo ministério.
O MEC classificou cursos na área de saúde e os resultados foram divulgados nesta semana no portal do Inep. Cada área do conhecimento é avaliada de três em três anos pelo Enade.
As instituições que não conseguem atingir 3 pontos no Índice Geral de Cursos (IGC) são consideradas insatisfatórias e entram na mira do MEC, podendo sofrer sanções e medidas para sanar os problemas encontrados.

sexta-feira, 9 de março de 2012

FACULDADE QUER EXPULSAR ESTUDANTES

FACULDADE QUER EXPULSAR ESTUDANTES
Na ocasião os universitários protestaram contra resolução, editada no final do ano passado
A direção da Faculdade Santa Terezinha (Cest) abriu sindicância no sentido de expulsar os estudantes que comandaram um protesto na segunda-feira.
Na ocasião os universitários protestaram contra resolução, editada no final do ano passado, aumentando de duas para quatro provas por semestre, e ainda obrigando os alunos a apresentarem a resenha de um livro e escreverem um artigo científico. As mudanças não foram debatidas com professores, funcionários e alunos.
Segundo o estudante Jadson Pires (Gestão Ambiental), um dos oitos universitários que podem ser expulsos da faculdade, as mudanças não têm amparo legal porque foram feitas em um ano (2011) e passaram a valer em outro (2012), o que iria de encontro a LDB (Lei de Diretrizes Básicas da Educação). "A LDB diz que qualquer mudança tem de ser feita dentro do próprio ano letivo", explica.
Jadson denuncia ainda que na biblioteca do Cest o percentual é de 1 livro para 20 estudantes, quando o correto seria 1 para 10. "O pior é que são 60 estudantes por turma", denuncia.
O universitário disse ter denunciado o caso à Comissão de Educação da Assembleia onde o asssunto deverá ser discutido na próxima semana. "Além disso vou pedir a prestação de contas da faculdade, que é filantrópica (o Cest é ligado à Apae)", disse.