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quinta-feira, 25 de maio de 2017

PROGRAMA DE TV MOSTRA BELEZAS NATURAIS NAS NASCENTES DO RIO PARNAÍBA

PROGRAMA DE TV MOSTRA BELEZAS NATURAIS NAS NASCENTES DO RIO PARNAÍBA
O programa Dendê na Mochila no Episódio 072 de 06.05.2017 em sua 3ª Temporada, com Matheus Boa Sorte, mostrou as belezas naturais do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba.
Mostrou ainda pessoas simples do interior de Alto Parnaíba, como foi o caso de Seu Raimundo no Povoado Quilombola Macacos.
Veja as belíssimas imagens:

O parque está localizado em um bioma de cerrado nas divisas com o Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins e encontra-se inacreditavelmente preservado, mas que sofre forte pressão do setor agrícola.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

SEMA VEM ATUANDO FIRME DENTRO DO PARQUE ESTADUAL DO MIRADOR

SEMA VEM ATUANDO FIRME DENTRO DO PARQUE ESTADUAL DO MIRADOR
Unidade de Conservação (UC)!
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) é a gestora do Parque Estadual do Mirador e vem realizando desde o início da atual gestão diversas atividades dentro desta Unidade de Conservação (UC).
O Parque Estadual do Mirador é composto por seis postos avançados de pesquisa: Mosquito, Geraldina, Zé Miguel, Cagados, Mel e Aldeia; distribuídos em pontos estratégicos, construídos nas delimitações para orientar as comunidades e serem pontos para o alojamento de equipes de pesquisa e também servir de base para ações de fiscalização e monitoramento. 
 “As ações são várias. Estamos trabalhando para disciplinar a comunidade que mora na localidade, como forma de preservar a fauna, a flora e as nascentes dos rios Itapecuru e Alpercata”, explicou o Secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Marcelo Coelho.  
Durante os últimos meses, foram feitas visitas de análise em todos os postos do Parque e levantamento das principais problemáticas nos povoados em torno dos mesmos.  
“Durante as ações de fiscalização e sensibilização ocorre uma intensa comunicação com a população, com o foco na sensibilização das famílias com conversas informais sobre a importância da manutenção e ações mitigadoras dentro do Parque. É perceptível que a base econômica da população é a lavoura, então essas famílias são informadas sobre possíveis infrações que poderiam estar cometendo, recebendo soluções alternativas para amenizar os impactos”, disse a Superintendente de Biodiversidade e Áreas Protegidas da SEMA, Janaina Dantas. 
Além dessa análise, há ronda nas comunidades para ordenar algumas atividades (roça, criações de animais domésticos como porcos e gados), e coleta de informações de infratores que vivem fora do Parque; são realizadas barreiras para coibir caçadores nos pontos mais críticos, onde são realizados caças de animais silvestres; os infratores são autuados e notificados para retirarem excesso de cabeças de gados presentes no local, são realizadas ações mais severas, como o derrubamento de cercas onde são feitas áreas de pastagem para a criação de gado; levantamento das residências desabitadas para posterior derrubada, e busca de informações de moradores invasores de cidades adjacentes ao Parque.
São realizadas também fiscalizações específicas para apuração de desmatamento dentro da unidade, verificando e disciplinando alguns moradores com suspeita de possuíres motosserra dentro de suas residências. 
As ações de fiscalização realizadas confirmam que a cultura alimentar da população, a condição social, o baixo nível de escolaridade, têm contribuído, significativamente, para cometimento de crimes contra a flora e a fauna silvestre. Neste sentido, ações de conservação, através da Educação Ambiental, são extremamente necessárias, para não haver comprometimento de algumas espécies existente na UC. 
“As chamadas Unidades de Conservação são importantes para preservar a qualidade da água para abastecimento público; controlar a erosão e enchentes; e para prevenir a ocorrência de desastres naturais. Muitas áreas são importantes corredores ecológicos, influenciando assim no processo de distribuição das espécies e na dinâmica dos ecossistemas naturais. E diante do que vimos, estamos trabalhando incessantemente a Educação Ambiental dentro das comunidades, esclarecendo sobre as questões ambientais da unidade”, destacou o secretário.
De janeiro de 2015 até outubro de 2016 a SEMA esteve presente no Parque Estadual do Mirador 17 vezes, levando fiscais e analistas ambientais. Todas as ações foram de forma conjunta com o Batalhão de Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros do Maranhão. As ações objetivaram fiscalizar toda a área do Parque, realização de Audiência Pública, Ações de Educação Ambiental com a comunidade, Treinamento do Corpo de Bombeiros Militar para combate a incêndios florestais, ação social com a comunidade residente nas proximidades do Posto do Mel. 

Fonte: SEMA

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

ALTO PARNAÍBA FICA DE FORA DE COMISSÃO QUE VAI DISCUTIR LIMITES DO PARQUE NACIONAL RIO PARNAÍBA

ALTO PARNAÍBA FICA DE FORA DE COMISSÃO QUE VAI DISCUTIR LIMITES DO PARQUE NACIONAL RIO PARNAÍBA
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável realizará na terça-feira (21) audiência pública para discutir o Projeto de Lei 2618/11, que altera os limites do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba.
Criado por meio de decreto presidencial em 2002, o Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, localizado nos estados do Piauí, Maranhão, Bahia e Tocantins, possui uma área de aproximadamente 729.813 ha. O PL 2618/11, de autoria do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), exclui do parque áreas de produção agrícola, reduzindo a área do parque para 718.650 hectares.
Segundo relator do projeto na comissão, deputado Paes Landim (PTB-PI), o objetivo da audiência é esclarecer as dúvidas, ainda existentes, sobre o projeto e reafirmar a importância das unidades de conservação  no País. “Somente após o debate terei uma ideia precisa do que está sendo proposto, inclusive sobre a incorporação de algumas áreas, e aí sim poderemos avaliar se as alterações de limite propostas não prejudicam a sustentabilidade do parque”.
O projeto já foi aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e ainda será votada na Comissão de Meio Ambiente.
Convidados
Foram convidados para participar da audiência pública:
- o subprocurador-geral da República e coordenador da 4º Câmara (Meio Ambiente) do Ministério Público Federal, Mário José Ghisi;
- o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Ricardo Vizentin;
- o prefeito municipal de Corrente (PI), Benigno Ribeiro de Souza Filho;
- o prefeito municipal de Barreiras do Piauí (PI), Divino Alano Barreira Seraine; e
- o presidente da Associação dos Produtores da Chapada das Mangabeiras (Aprochama), Adenir Jonatan Weisheimer.
A audiência está marcada para as 14 horas, no plenário 8.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

QUEIMADAS NO SUL DO MARANHÃO PROVOCAM PREJUÍZOS

QUEIMADAS NO SUL DO MARANHÃO PROVOCAM PREJUÍZOS
O período de queimadas em todo o Maranhão vem cada vez mais se agravando a situação mais crítica está na região sul do estado, que sofre com a estiagem. Mesmo com as brigadas de combates a incêndio florestais existentes em varias cidades do estado as áreas de preservação permanente continuam sofrendo com as queimadas.
Nesta época do ano, os focos de queimadas surgem com frequência, causam danos ao meio ambiente além de sérios prejuízos. Os impactos ambientais, acontecem geralmente quando a queimada, limpeza do solo para o plantio ou pastagem, é feita descontrolada e sem a licença emitida pelo Ibama.
O tempo seco e a velocidade do vento fazem as chamas se propagarem rapidamente e o fogo usado geralmente para renovar o pasto ou para preparar as roças invade a vegetação e ameaça o ecossistema das florestas.
Os incêndios florestais tem maiores chances de acontecer entre os meses de agosto e setembro, mais em julho no município de Alto Parnaíba, os incêndios foram colocados de forma exagerada, inclusive no Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, no povoado Taboca, onde fica as famosas corredeiras, a destruição da mata avança quilômetros e quilômetros.
As queimadas, na maioria das vezes, acontecem durante o dia e com temperaturas elevadas além da baixa umidade relativa do ar, é comum a ocorrência de incêndios na mata às margens das rodovias, como é o caso da MA 006 na Região Sul do estado. A fumaça das queimadas vem reduzindo bastante a visibilidade o que poderá causar ainda mais acidentes, nesta estrada que já é considerada por muitos como rodovia da morte, pela grande quantidade de acidentes que nela acontece.
Fica a dica: QUEIMAR NÃO É LEGAL!
UMA CAMPANHA: FOLHA MISTURA TOTAL E AGÊNCIA BPI

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PARQUE FICTÍCIO DAS NASCENTES DO RIO PARNAÍBA

PARQUE FICTÍCIO DAS NASCENTES DO RIO PARNAÍBA
Não se sabe como esse parque foi demarcado!
Em julho de 2002, faltando apenas seis meses para deixar o Palácio do Planalto, o presidente Fernando Henrique Cardoso assinou decreto criando o Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, que, a primeira vista, parece ter sido uma boa medida.
Esse Parque possui mais de 300 mil hectares de terras, a grande maioria dentro do território do município sul maranhense de Alto Parnaíba, a 1.080 km de distância de São Luís. O que esse parque menos abrange são exatamente as nascentes do maior rio genuinamente nordestino.
Não se sabe como esse parque foi demarcado, provavelmente de avião, já que por terra não foi. Nenhuma audiência pública foi realizada. Nenhum ribeirinho, posseiro, proprietário ou mesmo as autoridades municipais foram ouvidos. Simplesmente, Brasília nos impôs, sem a mínima consulta, esse parque que, decorridos quase dez anos, nunca funcionou, a não ser para criar constrangimentos aos proprietários rurais e ribeirinhos em uma das regiões mais distantes e desassistidas de Alto Parnaíba e do próprio Maranhão. Talvez para atender ao capricho de alguém, o professor de cátedra sociológica e que pouco visitou o Brasil - a minha região ele não sabe sequer se fica no território brasileiro -, cujo governo não trouxe estradas, pontes, apoio à agropecuária, água e luz para aquela gente rurícola abandonada, enfim, o mínimo de cidadania e de dignidade da pessoa humana, impôs de cima para baixo um monstrengo irreal, não funcional, sem eira nem beira, que deixa a margem e as nascentes do Parnaíba para atingir terras em outras regiões, cujo devaneio demarcatório é fruto da pressa do governo em se mostrar eficiente na defesa da natureza.
Ora, participei pessoalmente da redação de uma emenda aos atos transitórios da Constituição do Maranhão que criou um parque estadual exatamente nas nascentes maranhenses do grande rio, no lugar Água Quente, com 36 mil hectares de terras públicas estaduais, sem necessidade de desalojar ninguém, de desapropriar, de impor sacrifícios, de barrar a produção.
Nenhum posseiro ou proprietário foi indenizado pelo governo federal pelas terras desapropriadas forçosamente, sem o mínimo direito à defesa. Os poucos que ingressaram na Justiça aguardam, ainda em primeira instância, que a Justiça Federal no Maranhão diga qual a vara competente para processar as ações. Enquanto isso, nada pode ser feito, nem uma simples benfeitoria, tirando o próprio ânimo do rurícola em permanecer no seu habitat natural.
Sou totalmente a favor do parque estadual no lugar Água Quente e da proteção rigorosa das margens do rio Parnaíba e de seus afluentes, incluindo suas nascentes, o que já é previsto legalmente. Agora, o parque nacional como está não pode e nem deve continuar; é preciso revisá-lo. Na época, o então prefeito de Santa Filomena, do lado piauiense do Parnaíba, Ernani de Paiva Maia, na defesa dos interesses de sua terra, não permitiu politicamente que sequer um hectare de seu território fosse incorporado ou integrado ao aludido parque.
Em Alto Parnaíba, qualquer desenvolvimento custa a chegar, cuja distância geográfica se multiplica no descaso, no abandono, na burocracia, na falta de comprometimento público da maioria dos políticos. Além disso, infelizmente, estamos há mais de nove anos engolindo forçosamente uma decisão presidencial equivocada, fruto da imaginação de quem jamais pensou realmente no meio ambiente, na natureza, nas pessoas, nas terras e no desenvolvimento sustentável de nosso município.
Como para revogar ou alterar um decreto do presidente da República apenas outro decreto ou decisão judicial, aí reside a esperança da maioria absoluta de nosso povo, especialmente do distrito de Curupá e dos lugares Taboca, Macacos, Brejinho, Castelo, Boqueirão, Cachoeira, Promissão, Porto Alegre, Curralinho, Mundéu, Val, Brejo da Roça, Mundo Novo, Bonfim, Lavras, Galiléia, Brejão, Uruçú e muitas outras localidades esquecidas pela escuridão dos governos.