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domingo, 29 de setembro de 2013

PROCURADOR ELEITORAL É FAVORÁVEL À MANUTENÇÃO DA SENTENÇA QUE CASSOU PREFEITO

PROCURADOR ELEITORAL É FAVORÁVEL À MANUTENÇÃO DA SENTENÇA QUE CASSOU PREFEITO
O prefeito interpôs recurso ao TRE contra a sentença do juiz que cassou seu mandato!
Prefeito de Barreiras, Divino Alano / Imagem: Reprodução
 O Procurador Eleitoral Alexandre Assunção e Silva se manifestou favorável à manutenção da sentença do juiz eleitoral que cassou o mandato do prefeito de Barreiras do Piauí, Divino Alano Barreira Seraine.
Dr. Alano, como é conhecido, interpôs recurso ao Tribunal Regional Eleitoral contra a sentença do juiz Carllos Marcelo Sales Campos que cassou seu mandato por captação ilícita de sufrágio (compra de votos) e abuso de poder econômico.
 “A prova testemunhal conduz o Ministério Público à conclusão de que o candidato a Prefeito, Divino Alano, com sua conduta, incorreu no ilícito do art. 41 da Lei Nº 9.504/97” enfatiza o procurador no parecer datado de 16 de setembro.
O recurso tem como relator o juiz Valter Rebelo que deverá preparar relatório e voto e solicitar a inclusão da ação em pauta de julgamento.
Fonte: GP1

sábado, 20 de outubro de 2012

CIDADES DO MARANHÃO PODEM TER NOVAS ELEIÇÕES

CIDADES DO MARANHÃO PODEM TER NOVAS ELEIÇÕES
Em pelo menos 87 municípios, o número de votos dados a candidatos barrados pela justiça superou a quantidade de votos válidos.       
A eleição para prefeito em aproximadamente 90 cidades não terminou com a coleta e contagem de votos em 7 de outubro. Levantamento do Congresso em Foco, com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta que pelo menos 87 municípios, espalhados por 23 estados, correm o risco de ter um novo pleito. Isso por causa do alto número de votos anulados na corrida para as prefeituras.  
Dentre as cidades duas são maranhenses. Amarante do Maranhão, onde a Justiça anulou 51,89% dos votos e Boa Vista do Gurupi, onde 52,94% dos votos foram anulados.    
De acordo com o Código Eleitoral, uma nova eleição deve ser convocada caso 50% ou mais dos votos sejam anulados. A legislação faz uma distinção importante: para que haja nova eleição, é preciso que os votos sejam anulados pela justiça. Se mais da metade de uma cidade votar nulo, isso não invalida a eleição. Assim, só há nulidade se houver, por parte da Justiça Eleitoral, uma decisão nesse sentido.   
Em boa parte dos casos, existe a espera por uma decisão definitiva do TSE. A presidenta da corte, Cármen Lúcia, já declarou que os casos que podem influenciar no resultado têm prioridade de julgamento. Na próxima semana, ocorre o segundo turno. Se houver necessidade de uma nova eleição, ela terá de ser marcada entre 20 e 40 dias depois do esgotamento da possibilidade de recursos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

AUDIÊNCIA DE ROSEANA ESTÁ CONFIRMADA PARA 5 DE MARÇO

AUDIÊNCIA DE ROSEANA ESTÁ CONFIRMADA PARA 5 DE MARÇO
Trecho do despacho de Sérgio Muniz
O juiz eleitoral Sérgio Muniz assinou ontem o despacho que confirma para o dia 5 de março a audiência com as testemunhas de defesa no processo que pede a cassação da governadora Roseana Sarney (PMDB).
A ação é movida pelo ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB).
De acordo com Sérgio Muniz, a audiência começará às 9 horas, no auditório Irtes cavagnac, do TRE.
A governadora Roseana, e seu vice, Washington Oliveira, terão que levar suas testemunhas, independente de intimação da Justiça.
São as seguintes as testemunhas arroladas arroladas pela governadora e pelo vice: Fábio Gondim, Roberval Cordeiro Silva, Remi Ribeiro, Francisco Emiliano Ribeiro de Meneses, Hildo Rocha, Ricardo Murad, Sérgio Macedo, Raimundo Nonato Carneiro Sobrinho, Benedito Buzar e George Alan Ramalho.
As oitivas serão tomadas todas no dia 5 de março…
Fonte: Blog de Marco D’Eça

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

PROCESSO DE CASSAÇÃO DE ROSEANA SARNEY EMPACA

PROCESSO DE CASSAÇÃO DE ROSEANA SARNEY EMPACA
Os advogados do ex-governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares (PSB), pediram que o ministro Arnaldo Versiani, do Tribunal Superior Eleitoral, vá pessoalmente a São Luis para ouvir as testemunhas de defesa da governadora Roseana Sarney (PMDB) no processo de cassação que corre contra ela na Corte Eleitoral. Motivo: o ministro determinou ao Tribunal Regional Eleitoral maranhense que ouvisse as testemunhas há seis meses e, até agora, ninguém foi ouvido. Enquanto isso, o processo fica parado.
Zé Reinaldo, como o político é conhecido, entrou no TSE com recurso pedindo a cassação de Roseana por abuso de poder político e econômico. De acordo com a acusação, a governadora assinou convênios com prefeituras no valor de quase R$ 1 bilhão com nítido caráter eleitoreiro. O processo também aponta que, em pleno período eleitoral, o governo maranhense começou a construir moradias por meio do programa chamado Viva Casa, com gastos de R$ 70 milhões que não estavam previstos no orçamento.
Em 16 de junho de 2011, o ministro Arnaldo Versiani, relator do processo de cassação no TSE, determinou a expedição de ordem para que as testemunhas de Roseana fossem ouvidas. Por conta do recesso judiciário e de outros trâmites burocráticos, a ordem chegou ao TRE do Maranhão em 31 de agosto. O prazo para cumprimento da ordem era de 60 dias. Até hoje, não há sequer data para a audiência de depoimento das testemunhas da governadora.
No pedido, apresentado ao ministro Versiani na última sexta-feira (2/2), os advogados Rodrigo Lago e Rubens Pereira Junior, que representam Zé Reinaldo, sustentam que a defesa da governadora criou três incidentes processuais com o objetivo de adiar “a audiência na qual seriam ouvidas as próprias testemunhas de defesa, uma vez que o recorrente desistiu da oitiva de suas testemunhas”.
A ordem para a oitiva das testemunhas ficou 57 dias nas mãos do juiz Sergio Muniz, do TRE-MA, sem que ele desse qualquer andamento ao pedido. Com o prazo chegando ao final, o juiz pediu ao TSE a prorrogação por mais 60 dias. Em seguida, o mandato de Muniz no TRE terminou e o processo foi redistribuído, por meio de sorteio, para o juiz Nelson Loureiro, que imediatamente marcou data para que as testemunhas fossem ouvidas.
Nesse meio tempo, o juiz Sérgio Muniz foi reconduzido para um segundo mandato no tribunal eleitoral maranhense por Roseana Sarney e a defesa da governadora entrou com pedido para que o processo voltasse às mãos de Muniz. O argumento foi o de violação ao princípio do juiz natural, já que o magistrado comandara os primeiros atos para que as testemunhas fossem ouvidas.
Depois de novos incidentes processuais, o TRE do Maranhão, por três votos a dois, mandou o processo retornar ao gabinete de Sérgio Muniz às vésperas da audiência marcada por Nelson Loureiro. A decisão foi tomada no dia 25 de janeiro e Muniz ainda não designou a data da audiência.
Para que Versiani assuma o comando da oitiva de testemunhas pessoalmente, os advogados sustentam que o ato se justifica por conta a repercussão da causa e dos “seguidos descumprimentos dos prazos pelo TRE-MA”. Também afirmam que os incidentes processuais não poderiam ter sido solucionados pelo tribunal maranhense, mas sim pelo próprio ministro Arnaldo Versiani.
“Não se compreende o porquê de tamanha celeuma para se fazer cumprir uma simples Carta de Ordem, cujas testemunhas a serem ouvidas são da própria parte que cria incidentes para que estas mesmas testemunhas não sejam ouvidas. É de se indagar, então, qual o prejuízo que haveria no fato de a carta de ordem ser cumprida por outro magistrado? Se ele não irá realizar qualquer juízo de valor sobre provas, mas tão somente cumprir uma ordem que há muito já havia de sê-lo feito pelo E. TRE, por que então toda a controvérsia? O objetivo é um só, protelar o desfecho deste recurso contra diplomação”, sustentam os advogados do ex-governador Zé Reinaldo.
O ministro Arnaldo Versiani deverá decidir sobre o pedido esta semana. Alternativamente, os advogados pedem que o ministro determine que o processo de oitiva das testemunhas seja conduzido pelo juiz Nelson Loureiro e que seja fixado prazo de 20 dias para que a audiência seja realizada.
Clique aqui para ler o pedido feitos pelos advogados ao ministro Arnaldo Versiani.
Por Rodrigo Haidar (Consultor Jurídico) postado no Blog de John Cutrim