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segunda-feira, 17 de junho de 2013

REPÓRTER É VAIADA POR MANIFESTANTES E DESISTE DE REPORTAGEM

REPÓRTER É VAIADA POR MANIFESTANTES E DESISTE DE REPORTAGEM
Pq sera?
Bem que ela tentou mas a galera da manifestação que estava em volta PARECE que não gostam muito da Globo e não deixaram continuar. Pq sera?
Pô…Zorra Total é tão daora, o Lineu Popozão na Grande Familia sempre atento aos problemas do dia a dia, Fatima Bernardes arrebentando de manha, Faustão com otimas video cassetadas nos finais de semana….será por isso? Pela programação? Ou será pela cobertura “confusa” que a Globo vem fazendo sobre as manifestações?
Apesar do grito estilo 6 série em jogos estudantis fazendo rima com a palavra “bobo”, a causa é valida e fez efeito! A mocinha saiu rapidinho do alcance da galera, vai que vaza um áudio desses ao vivo! (Galvão sabe como é) Ouuu Vai que um maluco aparece num videobomb em rede nacional!
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Fonte: ACSMTV NETWORK via Blog SBT Notícias

domingo, 4 de março de 2012

DELTA DO PARNAÍBA É DESTAQUE NO ''PEQUENAS EMPRESAS, GRANDES NEGÓCIOS'' DA REDE GLOBO

DELTA DO PARNAÍBA É DESTAQUE NO ''PEQUENAS EMPRESAS, GRANDES NEGÓCIOS'' DA REDE GLOBO
Foto: Raildson Rocha
No delta do Parnaíba, calor e sol o ano todo. Um mar de água transparente e turistas do mundo inteiro.
A Rota das Emoções é um roteiro turístico que envolve os estados do Maranhão, Piauí e Ceará. Os passeios atraem cada vez mais visitantes por causa das belezas naturais e dos esportes radicais. No Ceará, a diversão acontece em Jericoacara.O programa "Pequenas Empresas, Grandes Negócios" da Rede Globo destacou as belezas naturais da Rota das Emoções.
São 480 quilômetros de praias. No Maranhão, o destaque são os lençóis maranhenses. Uma área de 155 mil hectares. Muito sol e dunas que se movem o tempo inteiro. Do Maranhão, a rota segue para o Piauí.
No delta do Parnaíba, calor e sol o ano todo. Um mar de água transparente e turistas do mundo inteiro. Do Piauí, a rota segue para o Ceará. A praia de Jericoacara fica no município de Jijoca, a 5 horas de Fortaleza. Lá, um bugue avança entre as dunas móveis e gigantescas. Passa por lagoas e por praias quase desertas.
No trajeto da rota das emoções, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) criou um projeto que reúne 800 empresas. Elas foram orientadas para atender bem aos turistas. São bares, restaurantes, hotéis e agências.
“Essa qualificação vai torná-los cada vez mais competitivos no mercado do turismo. A gente sabe que é um mercado que exige muita qualidade nos serviços e nos produtos”, diz Jacob Bandeira, do Sebrae de Sobral, no Ceará.
Em todo o país se espalham agências de turismo com o objetivo de atrair cada vez mais visitantes para a Rota das Emoções.
Uma agência de São Paulo conheceu de perto as belezas do trajeto e incluiu o roteiro como opção de venda. O Sebrae organizou encontros entre operadoras de turismo e empresários nordestinos, nas conhecidas rodadas de negócios. E outra ação do projeto foi trazer operadoras de turismo de Portugal, Espanha e Argentina para conhecer a região.
“Quem vai para a Rota das Emoções, não vai só para conhecer os destinos. Vai para vivenciar, porque a mistura de culturas e a vivência que você tem, em cada lugar, com o público local é inevitável”, revela Renata Barra, de uma agência de turismo.
Com tantos turistas, o faturamento das empresas da Rota das Emoções aumenta 25% ao ano. Só em 2011, elas faturaram mais de R$ 40 milhões. Resultado de uma gestão de negócios bem sucedida na região. “Essa qualidade repercute nos resultados que a gente encontra no projeto da rota”, diz a empresária Maria Ildiana Martins.
Em Jericoacara, a empresária Paula Salles Hernandez organiza os passeios de bugue. Ela traz turistas do mundo inteiro para cá. E com o projeto da rota, o faturamento aumentou 30%. “Hoje é considerado o roteiro integrado mais bonito do Brasil. As belezas são bem diversificadas. Cada dia você vê uma novidade”, diz.
Além de paisagens surpreendentes, os turistas podem se deliciar com a culinária da região. O restaurante da empresária Maria Ildiana Martins, na lagoa Paraíso, é a primeira parada da rota no Ceará. “A gente atende desde o café da manhã, almoço, depois eles vão para Jericoacoara”, revela.
No local, 40% dos clientes são estrangeiros. Por isso, os funcionários são bilíngues e o cardápio, em inglês. A empresária fez vários cursos do Sebrae, incluindo o “qualidade em atendimento”.
“A comida brasileira é muito gostosa. A gente não costuma encontrar na Itália. O lugar também é único”, opina a turista italiana Julia Uboldi.
Jericoacoara montou uma boa infraestrutura hoteleira. Bem no centro, fica a pousada de Nancy Moura. Hoje, o hotel recebe turistas de Portugal, Espanha e Argentina. Com a ajuda do Sebrae, a empresária criou um site para atrair mais hóspedes. “Para eu vender a pousada fora. Para o turista que está fora. São Paulo, Rio de Janeiro, fora do país”, comenta.
Quem visita Jericoacora aproveita o sol, o calor e a paisagem. Tudo é um convite para ficar na praia. O centro de esportes náuticos, do empresário Fábio Nobre, recebe 2 mil pessoas por ano. “A gente tem o pessoal da Europa, da América do Norte, mas tem também um pessoal do Sul do país cada vez mais praticando esses esportes”, diz.
O clube aluga espaço para guardar as pranchas e velas dos esportistas. Uma das novidades é o “surfe a remo” - um novo esporte que chegou do Havaí. Uma mistura de surfe com canoa que já faz sucesso.
A turista de Taiwan consegue remar na onda. Ela é praticante de wind surf e usa a experiência para manter o equilíbrio. “Aqui em Jericoacoara dá para tentar praticar todos os esportes”, sugere.
Ao entardecer, a praia fica quase vazia. Os turistas sobem ao morro para assistir ao por do sol. São de vários países e culturas diferentes. Mas todos vivem uma experiência única: aplaudem o fim de mais um dia maravilhoso em Jericoacoara.
Fonte: G1

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A VIÚVA DO MARANHÃO IRÁ AO AR HOJE

A VIÚVA DO MARANHÃO IRÁ AO AR HOJE
Imagem: Reprodução
Patrícia Pillar e Marcello Antony irão ao ar hoje pelo episódio ‘A Viúva do Maranhão’, seriado da Rede Globo em que mostra varias faces das mulheres brasileiras denominado ‘As Brasileiras’. Patrícia Pillar é Ludimila, viúva de Justus (Daniel Filho) e fiel à memória do marido.
O episódio de hoje irá retratar as belezas maranhenses.

sábado, 19 de novembro de 2011

POBREZA E MISÉRIA: MARANHÃO MAIS UMA VEZ PASSA VEXAME EM REDE NACIONAL

POBREZA E MISÉRIA: MARANHÃO MAIS UMA VEZ PASSA VEXAME EM REDE NACIONAL
A equipe do JN no Ar foi para o Maranhão, mostrar como é a vida em um município do estado que tem o menor rendimento médio, segundo o IBGE.
A equipe encontrou muita gente sofrendo, reclamando por falta d’água e também usando uma água muito barrenta, que era só o que tinha. São brasileiros de Vargem Grande, no interior do Maranhão, que mal ganham para comer. A TV Mirante teve participação fundamental no trabalho, que começou nas primeiras horas do dia.
O avião do JN no Ar voou três horas do Rio até São Luís, capital do Maranhão. A equipe chegou no começo da madrugada e ainda não tinha amanhecido quando partiu para vargem Grande. Uma viagem de duas horas pelas BRs 135 e 222, onde a equipe flagrou 15 pessoas na carroceria de uma caminhonete.
Vargem Grande tem quase 50 mil habitantes, segundo o IBGE. Desse total, 36% da população vivem com a renda de até R$ 70, patamar considerado de extrema pobreza.
É assim que Dona Marlene vive. “A gente compra um quilo de carne, um fardo de arroz, e o que sobra? Nada. Mas a gente ainda precisa da roupa, do calçado, da rede para dormir”, lamenta.
A renda média mensal dos moradores de Vargem Grande não passa dos R$ 156, segundo o IBGE. Boa parte dos moradores depende de ajuda do Governo Federal. Nesta sexta-feira (18), por exemplo, era dia de entrega do Bolsa Família. A fila era grande desde as primeiras horas da manhã.
Para quem tem no programa social a única fonte de renda, é difícil escapar da fome. Dona Maria José e as duas filhas vivem com R$ 134, por mês, do Bolsa Família. Mas tem uma hora do mês que o dinheiro acaba e a comida também. Há cinco dias, só tem arroz para comer.
Em outra casa, pé de frango é o único alimento da família. Pelas ruas do centro da cidade, esgoto correndo a céu aberto. O mesmo acontece na porta do único hospital da cidade. A falta de saneamento básico, que abrange coleta de lixo e redes de água e esgoto, atinge mais de 50% da população.
O bairro de Fátima, um dos mais pobres da cidade, fica na periferia de Vargem Grande. A maior parte das casas é feita de taipa, não tem esgoto, a água corre pelo chão. E o uso do banheiro é uma dificuldade.
As famílias cavam poços atrás de água, mas não dá para usar porque tem muita sujeira no que encontram. A maior parte dos moradores tem que buscar água a muitos quilômetros de distância.
Uma família depende do único açude na zona rural e só encontra água barrenta: “Nós não temos outra opção, não temos poço, não temos nada. A água que temos é essa. Nossa solução é essa daqui”, diz uma moradora.
“É um município pobre e que não tem rendas próprias, infelizmente a gente tem que depender do Governo Federal e do governo do estado para que a gente possa fazer alguma coisa em benefício da população”, declarou Miguel Fernandes (PMDB), prefeito de Vargem Grande.
A economia que cresceu com base no comércio e na produção artesanal de cerâmicas, registra índices altos de desemprego e violência.
Outra carência do município de Vargem Grande é a educação. No povoado de Bananal, a única escola para as dez crianças da zona rural tem parede caída, cadeiras e mesas inadequadas para crianças pequenas e um teto que não protege da chuva.
O índice de analfabetismo no município é considerado alto pelo IBGE. “Muitas vezes, eles perguntam muito pela merenda. Que horas chega a merenda, se tem merenda, porque estão com fome. Aí atrapalha muito porque, às vezes, eles vêm mais pensando na merenda”, revela a professora Orlene Mesquita Silva.
Esta terra, onde direitos básicos só são conquistados com muita luta, é um pedaço do Brasil que muitos brasileiros não conhecem.
O governo do Maranhão enviou uma nota à equipe do Jornal Nacional, segundo ele, dando algumas explicações que influenciariam nesse resultado de o estado ter a menor renda média familiar, de acordo com o IBGE.
Uma das explicações seria o fato de que, no estado, as famílias têm muitas crianças e adolescentes, o que significa menos gente trabalhando, por isso um salário menor e renda mais baixa.
A outra explicação seria a grande concentração da população na zona rural, onde os salários são mais baixos e as rendas também.
O JN no Ar segue par Vinhedo, no interior de São Paulo, um dos estados mais ricos da União, para fazer uma comparação com Vargem Grande e mostrar as desigualdades sociais entre as duas cidades, segundo dados do IBGE.
Fonte: Blog de John Cutrim / Jornal Pequeno