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terça-feira, 8 de março de 2016

RIO PARNAÍBA ESTÁ SECANDO E PRECISA DE AJUDA

RIO PARNAÍBA ESTÁ SECANDO E PRECISA DE AJUDA
Precisamos fazer alguma coisa para salvar o rio!
O Rio Parnaíba (o Velho Monge como é conhecido), divide os estados do Maranhão e do Piauí. Etimologicamente, o termo vem do língua Tupi e significa "mar ruim", através da junção dos termos paranã = "mar" e aíb = "ruim" é o maior rio genuinamente nordestino. Antes do seu nome atual, possuiu vários outros: Fam Quel Coous (Miler, 1519); Rio Grande (Luis Teixeira, 1574); Rio Grande dos Tapuios (Gabriel Soares Moreno, 1587); Paravaçu (Padre Antônio Vieira, 1650); Paraguas (Guillaume de L’isie, 1700); Param-Iba, (Dauville). O nome Parnaíba se deve ao bandeirante paulista Domingos Jorge Velho.
O rio nasce no sul do Maranhão (na Chapada das Mangabeiras), da confluência de três cursos d'água: o Água Quente, na divisa do Piauí com o Maranhão, o Curriola e o Lontra, no Piauí. A área atualmente é preservada pelo Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba. O rio percorre cerca de 1.450 km da nascente até o Oceano Atlântico.
Atualmente pode se observar que sua capacidade de água encontra-se muito baixa. Mesmo estando em período chuvoso nesta região do Alto Parnaíba, o baixo volume de água surpreende antigos moradores que narram histórias de épocas em que o rio colocava medo nas travessias pela sua força. Hoje, muitos lamentam a seca e falam da morte lenta desse rio tão importante para os dois estados, sobretudo no sustento e matando a sede de milhares de pessoas ao longo de seu percurso.
Para muitos, a causa é do desmatamento de suas margens, do assoreamento que vem acontecendo ao logo dos anos e nunca foi feito nada para impedir esses crimes ambientais, mesmo com o parque, muita coisa ainda precisa ser feita. Seria imprescindível a presença firme de um órgão de fiscalização como o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), ou Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) na cidade de Alto Parnaíba – MA, haja vista que a maior parte deste, encontra se dentro do Parque, para uma melhor fiscalização, ou até mesmo, a revitalização do CDPAR (Centro de Defesa das Nascentes do Rio Parnaíba), para gerir meios sustentáveis a partir destas terras sem agredir o meio ambiente, sobretudo cuidar desse rio tão precioso. A criação de um turismo consciente e sustentável, sob o olhar e orientação destes três órgãos, levaria o município alto-parnaibano a um nível nunca visto na região. Falta acreditar no potencial, pois as riquezas naturais e culturais são visíveis.
Precisamos fazer alguma coisa para salvar o rio, é necessário ações constantes dos governos durante um período que possibilite a recuperação do mesmo, e a conscientização da população para sua preservação ambiental.
No dia 29 de fevereiro, nos surpreendemos com o baixo volume de água nas Corredeiras da Taboca, boa parte das pedras que outrora estavam submersas, hoje encontram-se descobertas, em alguns lugares com apenas um salto pode-se passar de um estado para outro, sem muito esforço. Esta situação nos colocou em alerta para a necessidade de se olhar com carinho a situação de nosso patrimônio natural.
O governo piauiense, maranhense e o federal precisam fazer campanhas educativas nas escolas, no rádio, e na TV, explicando os reais problemas ambientais. Temos que fazer nossa parte que é preservar o meio ambiente, pra que amanhã as futuras gerações não venha sofrer as consequências por falta d'água. Salve o maior patrimônio da humanidade que é a fonte de água!

domingo, 29 de setembro de 2013

FAMÍLIAS DO INTERIOR DO MARANHÃO SOFREM HÁ TRÊS MESES COM A ESTIAGEM

FAMÍLIAS DO INTERIOR DO MARANHÃO SOFREM HÁ TRÊS MESES COM A ESTIAGEM
Parque de Exposições para eventos de agronegócio virou abrigo!
Estiagem / Imagem: Reprodução G1/MA
 O Mirante Rural desse domingo (29) mostrou o drama de família rurais que sofrem há três meses com a estiagem. Além disso, as queimadas sem controle acendem um alerta vermelho no Maranhão.
Outro destaque veio de Balsas, a 810 km de São Luís. O Parque de Exposições para eventos de agronegócio da cidade vira abrigo para famílias sem teto.
Ainda de Balsas, agricultores se preparam para receber o reconhecimento internacional pela produção de soja sustentável.
E do sul do Estado, o Mirante Rural foi até o Vale do Pindaré. No Povoado Centro do Oscar, moradores cultivam e cuidam de árvores de uma mesma espécie.
Fonte: G1/MA

domingo, 31 de março de 2013

ALTO PARNAÍBA ESCAPA DE SECA QUE PREJUDICA SANTA FILOMENA

ALTO PARNAÍBA ESCAPA DE SECA QUE PREJUDICA SANTA FILOMENA 
Cidade pode decretar estado de emergência!
Lavoura em Santa Filomena - PI / Foto: Lúbina Katrine
A seca que atinge algumas regiões produtoras do Piauí e da Bahia não prejudicou as lavouras de soja do Maranhão, onde a colheita prossegue em ritmo acelerado. Nas fazendas próximas do município de Alto Parnaíba, houve períodos sem chuva nos últimos dois meses, mas nada que comprometesse o desenvolvimento da soja.
Lavoura em Alto Parnaíba - MA / Foto: Lúbina Katrine
 Em Santa Filomena - PI, a seca deixou o setor agropecuário em um momento bastante crítico, pois a a estiagem se prolongou por mais de 40 dias.
As perdas estimadas chegam a 70% (setenta por cento) nas lavouras de soja, 90% (noventa por cento) na produção de milho e 95% (noventa e cinco por cento) na de arroz.
Produção / Foto: Lúbina Katrine
SAIBA MAIS: 
Revista Globo Rural  e  Blog Cerrados