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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

JORNAL VALOR ECONÔMICO DESTACA BOA SITUAÇÃO FISCAL DO GOVERNO DO MARANHÃO

JORNAL VALOR ECONÔMICO DESTACA BOA SITUAÇÃO FISCAL DO GOVERNO DO MARANHÃO
O Maranhão tem proporcionalmente a segunda melhor situação entre todos os Estados brasileiros no que se refere às despesas com pessoal do Poder Executivo, de acordo com reportagem do jornal Valor Econômico. Isso significa que há um equilíbrio saudável na folha de pagamentos.
O Valor destaca que 16 Estados brasileiros já superam algum limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Quatro deles estão acima do alerta correspondente à despesa de pessoal de 44,1% da Receita Corrente Líquida no mês de agosto deste ano. Outros dez romperam o limite prudencial de 46,55%. E dois estouraram o teto permitido de 49%.
Isso representa uma ameaça aos investimentos e ao pagamento de funcionários e fornecedores.
O Maranhão aparece com um índice de 39,49%. Na prática, isso vem permitindo que o Governo pague os servidores sem nenhum atraso, ao contrário do que ocorrem em diversos Estados. Também permite que os investimentos continuem sendo feitos, o que se reflete na abertura de hospitais, na pavimentação de ruas e rodovias e na entrega de escolas, por exemplo.
No fim de semana, o jornal O Estado de S. Paulo também abordou as contas estaduais. De acordo com o jornal, é o oitavo Estado que proporcionalmente mais fez investimentos no ano de 2016. E, no mesmo período, ficou entre os dez melhores em relação ao equilíbrio na folha de pagamentos.

terça-feira, 21 de junho de 2016

COM PROBLEMAS E DIVIDAS EMPRESA OI TENTA RECUPERAÇÃO

COM PROBLEMAS E DIVIDAS EMPRESA OI TENTA RECUPERAÇÃO
Dívidas de R$ 65 bilhões!
A empresa de telefonia Oi - a maior do país, com 70 milhões de clientes – pediu nesta segunda-feira (20), recuperação judicial, com dívidas de R$ 65 bilhões.
A notícia foi divulgada num fato relevante no início da noite desta segunda-feira (20).
No documento, a Oi afirma que, “tendo em vista a situação econômica e financeira do grupo, e as dívidas que estão por vencer, as ameaças ao caixa da empresa e a iminente penhora ou bloqueios em processos judiciais, julgou que o pedido de recuperação judicial seria a medida mais adequada, neste momento, para preservar o valor das empresas, manter a continuidade do negócio e proteger os interesses da companhia e dos clientes”.
A Oi admitiu ter dívidas de R$ 65 bilhões. O processo supera, e muito, o da OGX, do empresário Eike Batista, que em 2013 declarou dívidas de R$ 11 bilhões.
A recuperação judicial é uma medida que tenta evitar a falência de uma empresa, quando ela perde a capacidade de pagar seus credores.
A empresa apresentará um plano de recuperação financeira que será acompanhado pela Justiça. Em maio, a Oi já tinha fechado com o BNDES um acordo de prorrogação para o pagamento da dívida por 180 dias.
O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações informou que a Agência Nacional de Telecomunicações vai acompanhar a execução do plano de reestruturação da Oi. E que a Anatel já adotou todas as medidas pra garantir o pleno funcionamento do serviço - e o direito dos consumidores.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

JORNAL DE SÃO LUÍS DESTACA FESTEJO DE ALTO PARNAÍBA

JORNAL DE SÃO LUÍS DESTACA FESTEJO DE ALTO PARNAÍBA
Festejo movimenta a cidade de Alto Parnaíba!
Vista aérea de Alto Parnaíba / Foto: Raildson Rocha
O jornal Cazumbá de São Luís – MA, destacou em sua página na internet, neste dia 02 de Setembro, o festejo de Alto Parnaíba, no extremo Sul do Maranhão. O jornal que atua especialmente no ramo cultural, e esta no ar desde 2002, procura mostrar o orgulho de ser Maranhense, como ressalta seu slogan: “Cazumbá: Desde 2002, mostrar o Maranhão é o nosso maior orgulho”.
Na matéria muito bem feita, o jornal destaca que o evento religioso acontece todos os anos nesta época, que é um dos maiores da região e que participam pessoas de diversos lugares do Brasil. Fala ainda, das tradicionais barracas, das comidas típicas, dos produtos regionais, dos leilões de gados, do bingo da moto e destaca ainda, nossa grande missa do vaqueiro.
Confira a matéria na integra publicada pelo jornal com o titulo (Clique no titulo e saiba mais): Festejo movimenta a cidade de Alto Parnaíba
Agradecimentos a Bosco Ascenso pela incansável promoção de nossa terra.
Por Raildson Rocha

terça-feira, 8 de maio de 2012

INSTALAÇÕES PRECÁRIAS DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS DO MA É DESTAQUE NO JN

INSTALAÇÕES PRECÁRIAS DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS DO MA É DESTAQUE NO JN

O Jornal Nacional iniciou nesta segunda-feira uma série especial sobre o universo dos terminais rodoviários e das viagens de ônibus pelo Brasil. Em mais de 6 mil quilômetros de viagens, os repórteres Rodrigo Alvarez, Wilson Araújo e Moisés Lima encontraram muitas instalações precárias, imundície, desconforto, desrespeito, mas também algumas exceções.
No lamento solitário, a melancolia da rodoviária maranhense. Peritoró recebe os visitantes com uma montanha de lixo e com a simpatia da vendedora Raimundinha.
“O cartão postal é a sujeira e a lameira”, afirma a mulher.
Reze para não passar por um pátio esburacado e ainda precisar de um banheiro.
“Não tem nada muito inteiro”, diz um homem.
Ou de qualquer outro sanitário pelos terminais do Brasil. O cheiro é terrível e os locais bem sujos.
A equipe do Jornal Nacional rodou 6,1 mil quilômetros. O gigantesco terminal que recebe mais de 60 mil pessoas por dia em São Paulo foi o ponto de partida. Quinze dias e 15 estados, mais o Distrito Federal. O grupo foi passageiro em ônibus de nove empresas.
Para mostrar o que brasileiros enfrentam diariamente em ônibus, estradas, rodoviárias, paradas, a equipe viu de tudo e descobriu que rodoviária, no Brasil, é loteria. Sem sorte, o passageiro fica horas esperando por um ônibus atrasado em Rio Verde, em Goiás.
“Não tem uma polícia, não tem guarda, não tem nada. Simplesmente os passageiros e o Cristo”, conta a desempregada Josi Sales.
Com sorte, o passageiro chega a um terminal ajeitado como o de Itajaí. O terminal é um dos mais limpos e a chuveirada de R$ 9,45 uma das mais caras do Brasil. Mas como ninguém escolhe o destino pela rodoviária, uma hora o passageiro embarca na maior confusão.
A equipe chegou à rodoviária de Salvador por um dos acessos que os pedestres usam quando vão de ônibus à cidade ou para a rodoviária. Eles fizeram no caminho o que a população enfrenta, o que o usuário de ônibus enfrenta quando vai para a rodoviária a qualquer hora do dia. Camelôs por todos os lados em uma das entradas principais da rodoviária de Salvador.
Lá não tem luxo, nem muito conforto e tem banheiro para deficiente, mas de porta trancada, o que obriga seu Raimundo a pedir ajuda no banheiro comum.
“O rapaz falou que tinha a chave, mas ele não tava aí. Não tinha ninguém”, diz um homem.
Nas capitais brasileiras, grande parte das rodoviárias nasceu entre os anos 70 e 80, mas mesmo que tenham sido belos projetos, envelheceram. Faltam investimentos em infraestrutura e manutenção.
Em Florianópolis, no começo de 2012, uma canaleta caiu do teto no meio do terminal e deu um susto nos passageiros. Em Belo Horizonte, o tempo e o vento fizeram toda a diferença. Era para ser sinônimo de luxo e conforto para os passageiros, mas virou um monumento estranho no meio da rodoviária de Belo Horizonte: escadas rolantes desativadas há mais de 20 anos. Foi mantida toda a estrutura metálica, os corrimões de borracha e os botõezinhos que um dia, muito tempo atrás, fizeram com que as escadas funcionassem. E o prédio que agora tem goteira para todo lado já ganhou prêmio de arquitetura.
Já a rodoviária de Porto Alegre também mereceria um prêmio de arquitetura, no mínimo, pelo inusitado da construção. O terminal gaúcho é de 1970. Para usar o único banheiro, que é de graça, só fazendo peregrinação pelo meio dos ônibus.
De Porto Alegre a Brasília, foi um dia inteiro na estrada e a sensação da equipe era de que a viagem foi para outro Brasil. Eram 9h10 de uma manhã e o grupo se impressionou com a rodoviária, bem diferente do que foi visto no resto do país. Alguns dizem que certos aeroportos são tão ruins que parecem rodoviárias, mas a rodoviária é tão moderna que é melhor que muito aeroporto.
A rodoviária nova de Brasília não é só jovem, bonita e bem sinalizada. Tem carrinho de bagagem para todo mundo, espaço de sobra e um cuidado que os passageiros merecem em qualquer lugar do Brasil.
Por falta de ônibus em quantidade e horários suficientes para atender às necessidades da população, o terminal rodoviário de Santa Luzia do Pará acabou virando uma grande central de transportes e o que mais tem não é ônibus.
“São R$ 35 para andar 200 quilômetros e deixar em casa, mas vai lotação. Vão outras pessoas junto, são quatro. É o frete”, diz a motorista Ivonete Araújo.
A 200 quilômetros do lugar, uma cidade com nome muito parecido: Santa Luzia do Paruá, no Maranhão. Depois de tudo o que a equipe viu, só faltava uma rodoviária sem ônibus.
“Aqui passa ônibus, mas só não para aqui. Não para na rodoviária. Não sei o porquê chama rodoviária, é só para enfeitar. Suponho que seja, né?”, fala um homem.
Nota: Uma tarja da reportagem exibida na TV dizia que Caxias ficava no Piauí. Na verdade, fica no Maranhão. A informação foi corrigida no vídeo publicado nesta página.

terça-feira, 24 de abril de 2012

INTERNET SUPERA JORNAL E SE TORNA 2ª MÍDIA NO BRASIL EM 2012

INTERNET SUPERA JORNAL E SE TORNA 2ª MÍDIA NO BRASIL EM 2012
O crescimento do mercado de buscas será de 50% e o de display (banner) terá incremento de 25%
A internet assumirá a segunda posição entre as mídias ainda em 2012, deixando o meio jornal para trás. De acordo com estimativa apresentada pelo IAB Brasil nesta terça-feira, 24, o digital crescerá 39%, fechando o ano com 13,7% de participação e faturamento na casa dos R$ 4,7 bilhões. Em 2011, a web representava 11% do polo publicitário.
O crescimento do mercado de buscas será de 50% e o de display (banner) terá incremento de 25%, informou o presidente da instituição, Fabio Coelho - que também preside o Google Brasil.
De acordo com com o IAB, a internet cresce, em média, quatro vezes mais do que o mercado de publicidade, em geral - e esses números não contabilizam redes sociais. Em breve será divulgada uma estimativa de faturamento para este ano, em que sites como Facebook e Twitter estarão envolvidos.
As 100 maiores empresas do país investem 13,4% de suas verbas publicitárias no meio digital, segundo Coelho, que considerou a web um mercado "pujante".
Para chegar aos resultados apresentados hoje, o IAB considerou 80 milhões de internautas no país maiores de 16 anos, dos quais 49% pertencem às classes C, D e E e 51%, às A e B.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

JORNAL REGIONAL MARANHÃO DO SUL NOTICIAS DEIXA DE IR AO AR EM ALTO PARNAÍBA

JORNAL REGIONAL MARANHÃO DO SUL NOTICIAS DEIXA DE IR AO AR EM ALTO PARNAÍBA
O Jornal Maranhão do Sul Noticias deixa de ir ao ar em Alto Parnaíba. Vamos entender o motivo em matéria postada por Dr. Décio Helder do Amaral Rocha em 01 de novembro de 2011, em seu blog, com imagens de Américo Borges técnico responsável pelo sistema de TV local.
TERRENO DE TV AMEAÇADO DE INVASÃO
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Na primeira metade dos anos 1980, o então prefeito de Alto Parnaíba, no sul do Maranhão, Antonio Rocha Filho, o Rochinha, deu início ao seu compromisso de campanha de trazer para sua cidade um sistema próprio de televisão, com transmissão instantânea via parabólica e a implantação gradual de uma mínima programação local.
De início, obteve de Constantino José Dias, por anos oficial de Justiça de nossa comarca e ao mesmo tempo construtor de imóveis, individualmente o maior de nossa terra e com certeza um exemplo de quem construiu uma pequena fortuna com os próprios braços, já morto, a doação formal do terreno em área logo demarcada no chamado Morro do Rapadura, onde o desembargador Aluizio Ribeiro da Silva construiu uma casa de veraneio e de encontros culturais, quando juiz de direito de nosso município.
A casa da televisão foi construída pela Prefeitura e com apoio da comunidade alto-parnaibana e da vizinha Santa Filomena, do lado paraibano do Piauí, cujo prefeito, Américo Lustosa de Alencar, se engajou na campanha que juntou governos e população no mesmo objetivo. Para se ter uma ideia, Alto Parnaíba e Santa Filomena não possuíam um sistema próprio de televisão. O inovador na área foi o empresário e ex-vereador Evandro Vargas Leitão, que implantou um pioneiro sistema de VT em 1980, inaugurando, assim, a televisão nas duas cidades co-irmãs.
 Mais de trinta anos depois que o empresário e jornalista Assis Chateaubriand inaugurou a televisão no Brasil, com a extinta TV Tupi, após o ex-prefeito Rochinha obter contrato com a Rede Globo para a retransmissão de sua programação, cuja participação do ex-senador maranhense Magno Bacelar, então dono da TV Difusora, afiliada da Globo no Maranhão e amigo particular de meu pai, foi essencial, e tendo o apoio fundamental de uma associação cultural criada por agricultores, pecuaristas, comerciantes, bancários, profissões liberais, funcionários públicos, professores, estudantes, entidades da sociedade civil, donas de casa, trabalhadores do campo e das duas cidades, finalmente a TV Rio Parnaíba foi inaugurada com muita festa e inesquecível entusiasmo popular.
Entretanto, pessoas com o claro intuito de se apoderar da casa da TV Rio Parnaíba e de todo o seu terreno, levantaram cerca de arame com portão e cadeado, além de colocarem cães de guarda amarrados praticamente dentro das instalações da retransmissora, o que impede, por sinal, o acesso do encarregado para a manutenção permanente nos aparelhos e transmissão do único sinal de televisão ainda existente para quem não pode comprar uma parabólica e instalar em sua residência, ou seja, a maioria da população.
Fui o advogado do inventário dos bens deixados por Constantino José Dias, processo arquivado no fórum da comarca de Alto Parnaíba, e posso garantir que em momento algum a sua viúva e inventariante, professora Maria da Conceição Lopes de Carvalho, e sua única filha legitimada, professora Afonsina Antunes Dias, ambas falecidas, desrespeitaram a decisão do marido e pai na doação do aludido terreno. Ao contrário, fizemos questão de preservar e resguardar esse patrimônio de nossa primeira emissora de televisão, que é das duas comunidades.

 À Prefeitura de Alto Parnaíba cabe tomar as medidas administrativas e judiciais necessárias de imediato em defesa do patrimônio de todos. Aos pretensos herdeiros de quem está viva, ou seja, a nossa TV Rio Parnaíba, um apelo para que cessem com essa aventura já nascida morta, sem sucesso, pois posse não incide em terra pública e mesmo em particular, somente se for pacífica, o que não é o caso. Aliás, nem posse nem detenção existem. É preciso que todos respeitem os bens públicos, não apenas os governantes. Às comunidades de Santa Filomena e Alto Parnaíba, a vigilância e a defesa de um patrimônio comum, que é cultura e já faz história.