JORNAL
VALOR ECONÔMICO DESTACA BOA SITUAÇÃO FISCAL DO GOVERNO DO MARANHÃO
O Maranhão tem proporcionalmente a
segunda melhor situação entre todos os Estados brasileiros no que se refere às
despesas com pessoal do Poder Executivo, de acordo com reportagem
do jornal Valor Econômico. Isso significa que há um equilíbrio saudável na
folha de pagamentos.
O Valor destaca que 16 Estados
brasileiros já superam algum limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Quatro deles estão acima do alerta correspondente à despesa de pessoal de 44,1%
da Receita Corrente Líquida no mês de agosto deste ano. Outros dez romperam o
limite prudencial de 46,55%. E dois estouraram o teto permitido de 49%.
Isso representa uma ameaça aos
investimentos e ao pagamento de funcionários e fornecedores.
O Maranhão aparece com um índice de
39,49%. Na prática, isso vem permitindo que o Governo pague os servidores sem
nenhum atraso, ao contrário do que ocorrem em diversos Estados. Também permite
que os investimentos continuem sendo feitos, o que se reflete na abertura de
hospitais, na pavimentação de ruas e rodovias e na entrega de escolas, por
exemplo.
No fim de semana, o jornal O Estado de
S. Paulo também abordou as contas estaduais. De acordo com o jornal, é o oitavo
Estado que proporcionalmente mais fez investimentos no ano de 2016. E, no mesmo
período, ficou entre os dez melhores em relação ao equilíbrio na folha de
pagamentos.
COM PROBLEMAS E DIVIDAS EMPRESA OI
TENTA RECUPERAÇÃO
Dívidas
de R$ 65 bilhões!
A empresa de telefonia Oi - a
maior do país, com 70 milhões de clientes – pediu nesta segunda-feira (20),
recuperação judicial, com dívidas de R$ 65 bilhões.
A notícia foi divulgada num fato
relevante no início da noite desta segunda-feira (20).
No documento, a Oi afirma que, “tendo em
vista a situação econômica e financeira do grupo, e as dívidas que estão por
vencer, as ameaças ao caixa da empresa e a iminente penhora ou bloqueios em
processos judiciais, julgou que o pedido de recuperação judicial seria a medida
mais adequada, neste momento, para preservar o valor das empresas, manter a
continuidade do negócio e proteger os interesses da companhia e dos clientes”.
A Oi admitiu ter dívidas de R$ 65
bilhões. O processo supera, e muito, o da OGX, do empresário Eike Batista, que
em 2013 declarou dívidas de R$ 11 bilhões.
A recuperação judicial é uma medida que
tenta evitar a falência de uma empresa, quando ela perde a capacidade de pagar
seus credores.
A empresa apresentará um plano de
recuperação financeira que será acompanhado pela Justiça. Em maio, a Oi já
tinha fechado com o BNDES um acordo de prorrogação para o pagamento
da dívida por 180 dias.
O Ministério da Ciência, Tecnologia,
Inovação e Comunicações informou que a Agência Nacional de Telecomunicações vai
acompanhar a execução do plano de reestruturação da Oi. E que a Anatel já
adotou todas as medidas pra garantir o pleno funcionamento do serviço - e o
direito dos consumidores.
JORNAL DE SÃO LUÍS DESTACA FESTEJO
DE ALTO PARNAÍBA
Festejo movimenta a cidade de Alto
Parnaíba!
Vista aérea de Alto Parnaíba / Foto: Raildson Rocha
O jornal Cazumbá de São Luís – MA,
destacou em sua página na internet, neste dia 02 de Setembro, o festejo de Alto
Parnaíba, no extremo Sul do Maranhão. O jornal que atua especialmente no ramo
cultural, e esta no ar desde 2002, procura mostrar o orgulho de ser Maranhense,
como ressalta seu slogan: “Cazumbá: Desde 2002, mostrar o Maranhão é o nosso
maior orgulho”.
Na matéria muito bem feita, o
jornal destaca que o evento religioso acontece todos os anos nesta época, que é
um dos maiores da região e que participam pessoas de diversos lugares do Brasil.
Fala ainda, das tradicionais barracas, das comidas típicas, dos produtos
regionais, dos leilões de gados, do bingo da moto e destaca ainda, nossa grande
missa do vaqueiro.
INSTALAÇÕES PRECÁRIAS DE TERMINAIS
RODOVIÁRIOS DO MA É DESTAQUE NO JN
O Jornal Nacional iniciou nesta
segunda-feira uma série especial sobre o universo dos terminais rodoviários e
das viagens de ônibus pelo Brasil. Em mais de 6 mil quilômetros de viagens, os
repórteres Rodrigo Alvarez, Wilson Araújo e Moisés Lima encontraram muitas
instalações precárias, imundície, desconforto, desrespeito, mas também algumas
exceções.
No lamento solitário, a melancolia
da rodoviária maranhense. Peritoró recebe os visitantes com uma montanha de
lixo e com a simpatia da vendedora Raimundinha.
“O cartão postal é a sujeira e a
lameira”, afirma a mulher.
Reze para não passar por um pátio
esburacado e ainda precisar de um banheiro.
“Não tem nada muito inteiro”, diz
um homem.
Ou de qualquer outro sanitário
pelos terminais do Brasil. O cheiro é terrível e os locais bem sujos.
A equipe do Jornal Nacional rodou
6,1 mil quilômetros. O gigantesco terminal que recebe mais de 60 mil pessoas
por dia em São Paulo foi o ponto de partida. Quinze dias e 15 estados, mais o
Distrito Federal. O grupo foi passageiro em ônibus de nove empresas.
Para mostrar o que brasileiros
enfrentam diariamente em ônibus, estradas, rodoviárias, paradas, a equipe viu
de tudo e descobriu que rodoviária, no Brasil, é loteria. Sem sorte, o
passageiro fica horas esperando por um ônibus atrasado em Rio Verde, em Goiás.
“Não tem uma polícia, não tem
guarda, não tem nada. Simplesmente os passageiros e o Cristo”, conta a
desempregada Josi Sales.
Com sorte, o passageiro chega a um
terminal ajeitado como o de Itajaí. O terminal é um dos mais limpos e a
chuveirada de R$ 9,45 uma das mais caras do Brasil. Mas como ninguém escolhe o
destino pela rodoviária, uma hora o passageiro embarca na maior confusão.
A equipe chegou à rodoviária de
Salvador por um dos acessos que os pedestres usam quando vão de ônibus à cidade
ou para a rodoviária. Eles fizeram no caminho o que a população enfrenta, o que
o usuário de ônibus enfrenta quando vai para a rodoviária a qualquer hora do
dia. Camelôs por todos os lados em uma das entradas principais da rodoviária de
Salvador.
Lá não tem luxo, nem muito conforto
e tem banheiro para deficiente, mas de porta trancada, o que obriga seu
Raimundo a pedir ajuda no banheiro comum.
“O rapaz falou que tinha a chave,
mas ele não tava aí. Não tinha ninguém”, diz um homem.
Nas capitais brasileiras, grande
parte das rodoviárias nasceu entre os anos 70 e 80, mas mesmo que tenham sido
belos projetos, envelheceram. Faltam investimentos em infraestrutura e
manutenção.
Em Florianópolis, no começo de
2012, uma canaleta caiu do teto no meio do terminal e deu um susto nos
passageiros. Em Belo Horizonte, o tempo e o vento fizeram toda a diferença. Era
para ser sinônimo de luxo e conforto para os passageiros, mas virou um
monumento estranho no meio da rodoviária de Belo Horizonte: escadas rolantes
desativadas há mais de 20 anos. Foi mantida toda a estrutura metálica, os
corrimões de borracha e os botõezinhos que um dia, muito tempo atrás, fizeram
com que as escadas funcionassem. E o prédio que agora tem goteira para todo
lado já ganhou prêmio de arquitetura.
Já a rodoviária de Porto Alegre
também mereceria um prêmio de arquitetura, no mínimo, pelo inusitado da
construção. O terminal gaúcho é de 1970. Para usar o único banheiro, que é de
graça, só fazendo peregrinação pelo meio dos ônibus.
De Porto Alegre a Brasília, foi um
dia inteiro na estrada e a sensação da equipe era de que a viagem foi para
outro Brasil. Eram 9h10 de uma manhã e o grupo se impressionou com a
rodoviária, bem diferente do que foi visto no resto do país. Alguns dizem que
certos aeroportos são tão ruins que parecem rodoviárias, mas a rodoviária é tão
moderna que é melhor que muito aeroporto.
A rodoviária nova de Brasília não é
só jovem, bonita e bem sinalizada. Tem carrinho de bagagem para todo mundo,
espaço de sobra e um cuidado que os passageiros merecem em qualquer lugar do
Brasil.
Por falta de ônibus em quantidade e
horários suficientes para atender às necessidades da população, o terminal
rodoviário de Santa Luzia do Pará acabou virando uma grande central de
transportes e o que mais tem não é ônibus.
“São R$ 35 para andar 200
quilômetros e deixar em casa, mas vai lotação. Vão outras pessoas junto, são
quatro. É o frete”, diz a motorista Ivonete Araújo.
A 200 quilômetros do lugar, uma
cidade com nome muito parecido: Santa Luzia do Paruá, no Maranhão. Depois de
tudo o que a equipe viu, só faltava uma rodoviária sem ônibus.
“Aqui passa ônibus, mas só não para
aqui. Não para na rodoviária. Não sei o porquê chama rodoviária, é só para
enfeitar. Suponho que seja, né?”, fala um homem.
Nota: Uma tarja da reportagem
exibida na TV dizia que Caxias ficava no Piauí. Na verdade, fica no Maranhão. A
informação foi corrigida no vídeo publicado nesta página.
INTERNET SUPERA JORNAL E SE TORNA
2ª MÍDIA NO BRASIL EM 2012
O crescimento do mercado de buscas
será de 50% e o de display (banner) terá incremento de 25%
A internet assumirá a segunda
posição entre as mídias ainda em 2012, deixando o meio jornal para trás. De acordo
com estimativa apresentada pelo IAB Brasil nesta terça-feira, 24, o digital
crescerá 39%, fechando o ano com 13,7% de participação e faturamento na casa
dos R$ 4,7 bilhões. Em 2011, a web representava 11% do polo publicitário.
O crescimento do mercado de buscas
será de 50% e o de display (banner) terá incremento de 25%, informou o
presidente da instituição, Fabio Coelho - que também preside o Google Brasil.
De acordo com com o IAB, a internet
cresce, em média, quatro vezes mais do que o mercado de publicidade, em geral -
e esses números não contabilizam redes sociais. Em breve será divulgada uma
estimativa de faturamento para este ano, em que sites como Facebook e Twitter
estarão envolvidos.
As 100 maiores empresas do país
investem 13,4% de suas verbas publicitárias no meio digital, segundo Coelho,
que considerou a web um mercado "pujante".
Para chegar aos resultados
apresentados hoje, o IAB considerou 80 milhões de internautas no país maiores
de 16 anos, dos quais 49% pertencem às classes C, D e E e 51%, às A e B.
JORNAL REGIONAL MARANHÃO DO SUL NOTICIAS DEIXA DE IR
AO AR EM ALTO PARNAÍBA
O Jornal Maranhão do Sul Noticias deixa de ir ao ar
em Alto Parnaíba. Vamos entender o motivo em matéria postada por Dr. Décio
Helder do Amaral Rocha em 01 de novembro de 2011, em seu blog, com imagens de
Américo Borges técnico responsável pelo sistema de TV local.
TERRENO DE TV AMEAÇADO
DE INVASÃO
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Na primeira metade dos anos 1980, o então prefeito
de Alto Parnaíba, no sul do Maranhão, Antonio Rocha Filho, o Rochinha, deu
início ao seu compromisso de campanha de trazer para sua cidade um sistema
próprio de televisão, com transmissão instantânea via parabólica e a
implantação gradual de uma mínima programação local.
De início, obteve de Constantino José Dias, por anos
oficial de Justiça de nossa comarca e ao mesmo tempo construtor de imóveis,
individualmente o maior de nossa terra e com certeza um exemplo de quem
construiu uma pequena fortuna com os próprios braços, já morto, a doação formal
do terreno em área logo demarcada no chamado Morro do Rapadura, onde
o desembargador Aluizio Ribeiro da Silva construiu uma casa de veraneio e de
encontros culturais, quando juiz de direito de nosso município.
A casa da
televisão foi construída pela Prefeitura e com apoio da comunidade
alto-parnaibana e da vizinha Santa Filomena, do lado paraibano do Piauí, cujo
prefeito, Américo Lustosa de Alencar, se engajou na campanha que juntou
governos e população no mesmo objetivo. Para se ter uma ideia, Alto Parnaíba e
Santa Filomena não possuíam um sistema próprio de televisão. O inovador na área
foi o empresário e ex-vereador Evandro Vargas Leitão, que implantou um pioneiro
sistema de VT em 1980, inaugurando, assim, a televisão nas duas cidades
co-irmãs.
Mais de trinta anos depois que o empresário e
jornalista Assis Chateaubriand inaugurou a televisão no Brasil, com a extinta
TV Tupi, após o ex-prefeito Rochinha obter contrato com a Rede Globo para a retransmissão
de sua programação, cuja participação do ex-senador maranhense Magno Bacelar,
então dono da TV Difusora, afiliada da Globo no Maranhão e amigo particular de
meu pai, foi essencial, e tendo o apoio fundamental de uma associação cultural
criada por agricultores, pecuaristas, comerciantes, bancários, profissões
liberais, funcionários públicos, professores, estudantes, entidades da
sociedade civil, donas de casa, trabalhadores do campo e das duas cidades,
finalmente a TV Rio Parnaíba foi inaugurada com muita festa e inesquecível
entusiasmo popular.
Entretanto, pessoas com o claro intuito de se
apoderar da casa da TV Rio Parnaíba e de todo o seu terreno, levantaram cerca
de arame com portão e cadeado, além de colocarem cães de guarda amarrados praticamente
dentro das instalações da retransmissora, o que impede, por sinal, o acesso do
encarregado para a manutenção permanente nos aparelhos e transmissão do único
sinal de televisão ainda existente para quem não pode comprar uma parabólica e
instalar em sua residência, ou seja, a maioria da população.
Fui o advogado do inventário dos bens deixados por Constantino José Dias,
processo arquivado no fórum da comarca de Alto Parnaíba, e posso garantir que
em momento algum a sua viúva e inventariante, professora Maria da Conceição
Lopes de Carvalho, e sua única filha legitimada, professora Afonsina Antunes
Dias, ambas falecidas, desrespeitaram a decisão do marido e pai na doação do
aludido terreno. Ao contrário, fizemos questão de preservar e resguardar esse patrimônio
de nossa primeira emissora de televisão, que é das duas comunidades.
À Prefeitura de Alto Parnaíba cabe tomar as medidas
administrativas e judiciais necessárias de imediato em defesa do patrimônio de
todos. Aos pretensos herdeiros de quem está viva, ou seja, a nossa TV Rio
Parnaíba, um apelo para que cessem com essa aventura já nascida morta, sem
sucesso, pois posse não incide em terra pública e mesmo em particular, somente
se for pacífica, o que não é o caso. Aliás, nem posse nem detenção existem. É
preciso que todos respeitem os bens públicos, não apenas os governantes. Às
comunidades de Santa Filomena e Alto Parnaíba, a vigilância e a defesa de um
patrimônio comum, que é cultura e já faz história.